sábado, 9 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O jornal das pequenas coisas.
O ventinho de chuva batendo no rosto; vai vir chuva, ah vai! O telefona tocou e era a vovó, ela só queria dizer que amava, não queria atrapalhar, só dizer o quanto amava.
O coelhinho lambe a perna e pede colo. Igual um cachorrinho, igualzinho.
Um email veio de longe e trouxe um enorme sorriso.
Queimou feio a mão e ficou feliz; a cozinha é maravilhosa desse jeito assim.assim.
Um feliz aniversário fez alguém feliz.
O coelhinho lambe a perna e pede colo. Igual um cachorrinho, igualzinho.
Um email veio de longe e trouxe um enorme sorriso.
Queimou feio a mão e ficou feliz; a cozinha é maravilhosa desse jeito assim.assim.
Um feliz aniversário fez alguém feliz.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
(sorriso)
tanto tempo sem dizeres, tanto tempo esse vazio
é possível só ter algo a se dizer com extremo do amor ou do ódio na cabeça?
a longa espera por alguém que vai aparecer, que tem que aparecer
alguém que aceite essa loucura, que seja essa loucura;
o meu ódio e o meu amor.
sentimentos tolos que me fazem mais tola ainda e sem ter o que dizer.
os pensamentos entram a todo segundo mas não vão embora; ficam e perturbam o sono, a mente, o corpo
esses pensamentos que hoje são tão raros e errados e me fazem carregar esse fardo de amar e odiar para fingir ter emoções e algo a te falar
vá embora, feche a porta e nunca mais venha me ver.
é possível só ter algo a se dizer com extremo do amor ou do ódio na cabeça?
a longa espera por alguém que vai aparecer, que tem que aparecer
alguém que aceite essa loucura, que seja essa loucura;
o meu ódio e o meu amor.
sentimentos tolos que me fazem mais tola ainda e sem ter o que dizer.
os pensamentos entram a todo segundo mas não vão embora; ficam e perturbam o sono, a mente, o corpo
esses pensamentos que hoje são tão raros e errados e me fazem carregar esse fardo de amar e odiar para fingir ter emoções e algo a te falar
vá embora, feche a porta e nunca mais venha me ver.
sábado, 29 de dezembro de 2007
***
Aquele passado que encanta...
Aquela saudade que é certeza...
Aquela pessoa que ficou sempre ali...
Aquilo que tem que acontecer...
Coisas que acontecem porque tem que acontecer. Não existe tempo, paixões, palavras, que mudem o que veio para ficar.
E fica?
Aquela saudade que é certeza...
Aquela pessoa que ficou sempre ali...
Aquilo que tem que acontecer...
Coisas que acontecem porque tem que acontecer. Não existe tempo, paixões, palavras, que mudem o que veio para ficar.
E fica?
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Insanidade da mente...
Às vezes a sensação de estar voando, às vezes dançando, esvaziada de tudo, grande, pequena, indo reto, rodando, mero detalhe no universo da água morna em movimento. E a mente?
Primeiro observa, atenta, com um pouco de medo prende o corpo.
Depois, um milagre: à medida que aumenta a entrega, as articulações profundas relaxam e a mente se dilui junto às sensações da pele e da carne.
Continuam passando idéias e imagens pela cabeça de um modo muito solto, assim como a água também passa num jorro quente e macio.
A atenção está tão presente aos acontecimentos do corpo que os pensamentos ficam só boiando.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Febre...
As coisas caem da minha mão.
As pessoas não entendem o que eu falo.
A crítica passou a ser elogio, e o elogio, a crítica.
Algo bom de se pensar.
E nos pensamentos eu converso. Converso com você.
Neles você me aconselha e enquanto eu te dou bronca.
São horas de vontades, desejos e palavras reprimidas dentro desse vulcão prestes a entrar em erupção.
Mas ela é forte! Ah, como é forte!
Engano seu. Engano nosso.
Guarda tudo...
Cada palavra, cada roupa, cada grito, cada decepção, cada sorriso.
Guardou e esqueceu.
Mas um dia, claro, ela lembrou!
E a cabeça explodiu.
Nada mais fez sentido; as coisas caíram de suas mãos e ninguém mais entendeu suas palavras.
Hoje ela precisa dos seus conselhos, mas não tem coragem de contar a verdadeira história.
E isso dói.
As pessoas não entendem o que eu falo.
A crítica passou a ser elogio, e o elogio, a crítica.
Algo bom de se pensar.
E nos pensamentos eu converso. Converso com você.
Neles você me aconselha e enquanto eu te dou bronca.
São horas de vontades, desejos e palavras reprimidas dentro desse vulcão prestes a entrar em erupção.
Mas ela é forte! Ah, como é forte!
Engano seu. Engano nosso.
Guarda tudo...
Cada palavra, cada roupa, cada grito, cada decepção, cada sorriso.
Guardou e esqueceu.
Mas um dia, claro, ela lembrou!
E a cabeça explodiu.
Nada mais fez sentido; as coisas caíram de suas mãos e ninguém mais entendeu suas palavras.
Hoje ela precisa dos seus conselhos, mas não tem coragem de contar a verdadeira história.
E isso dói.
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